Erguer no Dragão… o Castelo de Vitória(s)!!!
Ultrapassada a “Paixão” da taça, o tempo é de apontar baterias aos novos queridos inimigos. Que os futebóis cá do burgo sempre se refugiaram nas pródigas rivalidades e em ódios históricos, já todos nós nos tínhamos dado conta, por entre animosidades e fervor clubístico, por entre tensões e casuísticas diatribes dos duelos, batalha após batalha, o defeso trouxe à realidade Lusa a ruptura entre Vimaranenses e Dragões.
Ultrapassada a “Paixão” da taça, o tempo é de apontar baterias aos novos queridos inimigos.
Que os futebóis cá do burgo sempre se refugiaram nas pródigas rivalidades e em ódios históricos, já todos nós nos tínhamos dado conta, por entre animosidades e fervor clubístico, por entre tensões e casuísticas diatribes dos duelos, batalha após batalha, o defeso trouxe à realidade Lusa a ruptura entre Vimaranenses e Dragões.
São inúmeros os factos que potenciam a clivagem, sem corte institucional público, é clarividente a degradação, e o voltar de costas entre os emblemas em compita, os exemplos argumentativos da pretensa guerra surda são sustentativos, senão vide o mercado de transferências, (onde os azuis não colocaram qualquer jogador por empréstimo), o Torneio Cidade de Guimarães foi o extremar de posições e a guerra prossegue tendo novo enfoque na guerrilha do preço dos bilhetes.
A promessa da revange bilhética vitoriana fica pois agendada para a visita ao Castelo Vitoriano, reflexos de tudo isto e apesar das equipas se manterem como que a margem é este o pano de fundo para hoje no anfiteatro dos Portistas.
Na cidade de Guimarães, mora ao invés da última época uma equipa que passou de agradável surpresa para, não direi, decepção, mas abúlica e amorfa equipa, ligeiramente diferente nos conceitos que trazem hoje ao relvado, não deixam de ser um bom conjunto, bem orientados por essa incontornável figura dos palcos do nosso futebol, Manuel Cajuda, que tem tanto de fartos méritos técnico/tácticos, como de discurso inveterado, demagogo e politicamente correcto.
Os rivais da cidade berço procuram no Dragão manter o percurso de melhor desempenho além portas, vencer no palco dos portistas e seguir as pisadas dos que lhes antecederam são pensamentos que invadem a mente conquistadora de Cajuda. Descendentes da coragem e bravura de Afonso Henriques, o final de tarde de Sábado adivinha-se duro, bem consonante com as lutas do fundador da nação, em boa verdade o onze vimaranense carece do talento ostentado na pretérita época, subtraídos da velocidade de Alan e sobretudo da magia de Ghilas, vivem da solidez defensiva e de esquemas tácticos bem menos criativos de outrora.
Menos tangível é o alvitrar de que só por si o embate sejam favas contadas, é certo que nas bancadas os vitorianos estarão longe de sentir o calor dos seus adeptos, fruto da guerra fria, a esse factor de desconforto, juntam-se as dificuldades do técnico Cajuda em configurar a dupla de centrais, Moreno aparece na calha para render Danilo, sobrando Gregory como parceiro, nas laterais Andrezinho tem lugar cativo, bem como um dos pivots defensivos, Flávio Meireles, na frente como arma de arremesso, Douglas um dos artilheiros deste campeonato terá por certo uma palavra a dizer no desenlace final.
Há mais nomes conhecidos, insertos na dominante técnico/táctica do 4x2x3x1 de Cajuda, feito de equilíbrios e organização de jogo a desenvolver pelos vimaranenses no palco do Dragão, Nuno Assis, João Alves, Wénio, Carlitos, Desmarets e Momha, são alguns dos apostados em fazer os azuis regressar a um passado recente de convívio com a derrota.
Na verdade, o historial dos embates não deixa motivos para sorrir. A última década regista apenas uma vitória para os de Guimarães, (94/95), sendo que o saldo histórico total em casa dos Dragões só regista três vitórias. Ainda assim, a dúzia de empates levam-nos para uma tendência de equilíbrio, onde o registo típico traduz um score de diferença mínima.
Mais que as dificuldades que o adversário encerra, há que falar do FC Porto, sem espaço ou margem para erro, Jesualdo acha que a mentalidade que impera no Dragão, consegue suportar a tolerância zero, entre outros objectivos e curiosidades o jogo no anfiteatro portista surge como o centésimo de Jesualdo, procurando à terceira carimbar a vitória número cinquenta.
A navegar por ora em águas mais tranquilas, o futebol Azul está longe de propiciar segurança, invectivo mesmo sobre se face as exibições intermitentes, (onde só a raça e espírito se emanciparam), as vitórias em Kiev e Alvalade, (para nosso gáudio), não se assemelham a uma espécie de Verão de São Martinho.
Tais resultados raiaram por entre o adensar das nuvens, também por estes dias, o astro rei brilha, concomitantemente o nosso futebol parece similar com o Sol de inverno, brilha mas aquece pouco, a tese de crescimento nos desaires do conjunto azul e branco, granjeou alguns apoiantes face ao que a seguir se viu, sob o meu ponto de vista não denoto grande crescimento, bem pelo contrário, apenas saúdo o decréscimo do infortúnio que caminhava paredes meias com muitas das nossas acções de jogo.
Mais interessante é notar que Jesualdo continua feito tolo em cima da ponte, no meio da estrada, encarcerado nos receios de cortar em definitivo com o seu 4x3x3, mas que amiúde e por força das características dos jogadores que detêm sob suas ordens, vê-se obrigado a estruturar dinâmicas de 4x4x2. Foi com esse desenho que virou o resultado na Ucrânia e de igual forma equilibrou o jogo frente aos leões.
Apraz-me agora registar que afastado o espectro de crise, e escudado no balão de oxigénio conseguido pelos tri-campeões, Jesualdo denote agora a capacidade de falar sobre os propalados e visíveis efeitos laterais, cuja as constantes intervenções nas faixas concluem que afinal sempre defendemos mal, sem querer entrar na vertente da dicotomia número de faltas/agressividade e/ou organização/maturidade, haverá por certo inúmeros estudos que corroborem teses nesse sentido. O indesmentível é que o último reduto azul vive momentos de grande desequilíbrio, o bloco baixo que adjudica hipóteses de transições rápidas, esmorece com o posicionamento deficiente e com a cultura de ocupação de espaço pouco consentânea com agressividade do futebol moderno.
Insofismável é que Jesualdo vai voltar a mexer nas laterais: Fucile de regresso esmaga a concorrência, Sapunaru poderá voltar a sair da redoma, depois de jogos a fio de rendimento insuficiente. Não obstante tudo isto, parece-me que as dúvidas residem mais no tipo de características dos elementos adicionar, incorporar activamente a mecanização dos processos ofensivos, dando expressão ao jogo pelas faixas, (Lino, Sapunaru e Fucile), alargando e dando profundidade, ou ao invés coíbem-se de participar nesses momentos, reorganizando-se em face da falta de velocidade obstando às fendas que causticam o reduto mais recuado do Dragão, (Pedro Emanuel, Fernando, Tommy).
Coincidências ou não, de todas as estruturas defensivas, só o Uruguaio se revela talismã, em campo nunca conheceu o sabor da derrota, sintomático é que para além das questões laterais sempre na ordem do dia, de uma maneira ou de outra a hemorragia de golos vai estancando, Helton parece regressado ao seu melhor, obstando e disfarçando as carências defensivas, falta como tal pôr a carburar e encontrar solução para eficácia ofensiva.
Para além dos desafios que se impõem defensivamente, a verdade dos números mostra um Dragão avesso às redes contrárias, apesar de as estatísticas mostrarem maior capacidade rematadora, os golos apontados transparecem uma quebra de eficácia, Hulk não será alheio a esta predisposição de visar as balizas adversárias.
Para este jogo, Farias regressa aos eleitos, no entanto, Lisandro aparece como referência, apesar da invulgar e inegável generosidade, trabalhador incansável para o colectivo, o argentino vive momentos de desperdício, incompatível com super herói num sistema preconizado de tridente ofensivo, o jogador das pampas ganha expressão quando habita sozinho a área, bebe do melhor Lucho a capacidade de ruptura e a interligação de linhas que o compatriota lhe oferece, e que parecem condenadas com Hulk em campo, porque acabam a co-habitar em zonas de terreno muito próximas, perfilhando os mesmo objectivos mas agudizando a inépcia e inocuidade dos resultados em concreto.
Assim, em face da ausência, Tarik perspectiva-se como elemento integrante do ataque se a opção passar pelo 4x3x3, Rodriguez não sendo um extremo puro tem sido solução, quer a opção passe por três ou quatro elementos de meio campo, parece-me mais rentável se fizer surtir as suas arrancada de posições mais recuadas, onde a procura pelo interior esquerdo permite as sobreposições do lateral, provocando os desequilíbrios adversários, obrigaria a um acompanhamento por parte do lateral adversário para dentro, deixando a linha, obrigando-se como tal os centrais a fechar em dinâmica de compensação, obliterando desta forma mais espaço no interior da área promovendo o um contra um entre Lisandro e o outro central, em última instância o encostar dos médios azuis à cabeça da área, para batidas de meia distância, algo que se tem visto pouco.
Apelidados de “Reis do Norte”, Sábado quando subirmos ao sempre bem tratado relvado draconiano, em vésperas de novo aniversário do palco de todos os nossos sonhos, voltamos a olhar, olhos nos olhos, não só o rival adversário mas também o “Tribunal” do Dragão.
É preciso voltar a salvaguardar distâncias para com quem nos visita, conquistar o respeito dos demais, urge solidificar os actos contínuos de retoma, a tendência e celeridade com que nos habituamos a ganhar voltou a irromper na corrente época, como tal a incumbência de vitória mais que natural é obrigatória, não vá o futebol do Dragão e seus objectivos desmoronarem-se tal e qual um qualquer Castelo de Areia ou erigido com base num baralho de cartas!!!!...
IMAGEM: Helton; Sapunaru, Bruno Alves, Rolando e Fucile; Fernando, Meireles e Lucho; Tommy, Lisandro e Rodriguez. (4x3x3)
LISTA DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Nuno.
Defesas: Bruno Alves, Fucile, Lino, Sapunaru, Stepanov e Rolando.
Médios: Fernando, Pelé, Raul Meireles, Lucho e Tomás Costa.
Avançados: Farías, Lisandro, Mariano, Rodríguez e Tarik Sektioui.
Que os futebóis cá do burgo sempre se refugiaram nas pródigas rivalidades e em ódios históricos, já todos nós nos tínhamos dado conta, por entre animosidades e fervor clubístico, por entre tensões e casuísticas diatribes dos duelos, batalha após batalha, o defeso trouxe à realidade Lusa a ruptura entre Vimaranenses e Dragões.
São inúmeros os factos que potenciam a clivagem, sem corte institucional público, é clarividente a degradação, e o voltar de costas entre os emblemas em compita, os exemplos argumentativos da pretensa guerra surda são sustentativos, senão vide o mercado de transferências, (onde os azuis não colocaram qualquer jogador por empréstimo), o Torneio Cidade de Guimarães foi o extremar de posições e a guerra prossegue tendo novo enfoque na guerrilha do preço dos bilhetes.
A promessa da revange bilhética vitoriana fica pois agendada para a visita ao Castelo Vitoriano, reflexos de tudo isto e apesar das equipas se manterem como que a margem é este o pano de fundo para hoje no anfiteatro dos Portistas.
Na cidade de Guimarães, mora ao invés da última época uma equipa que passou de agradável surpresa para, não direi, decepção, mas abúlica e amorfa equipa, ligeiramente diferente nos conceitos que trazem hoje ao relvado, não deixam de ser um bom conjunto, bem orientados por essa incontornável figura dos palcos do nosso futebol, Manuel Cajuda, que tem tanto de fartos méritos técnico/tácticos, como de discurso inveterado, demagogo e politicamente correcto.
Os rivais da cidade berço procuram no Dragão manter o percurso de melhor desempenho além portas, vencer no palco dos portistas e seguir as pisadas dos que lhes antecederam são pensamentos que invadem a mente conquistadora de Cajuda. Descendentes da coragem e bravura de Afonso Henriques, o final de tarde de Sábado adivinha-se duro, bem consonante com as lutas do fundador da nação, em boa verdade o onze vimaranense carece do talento ostentado na pretérita época, subtraídos da velocidade de Alan e sobretudo da magia de Ghilas, vivem da solidez defensiva e de esquemas tácticos bem menos criativos de outrora.
Menos tangível é o alvitrar de que só por si o embate sejam favas contadas, é certo que nas bancadas os vitorianos estarão longe de sentir o calor dos seus adeptos, fruto da guerra fria, a esse factor de desconforto, juntam-se as dificuldades do técnico Cajuda em configurar a dupla de centrais, Moreno aparece na calha para render Danilo, sobrando Gregory como parceiro, nas laterais Andrezinho tem lugar cativo, bem como um dos pivots defensivos, Flávio Meireles, na frente como arma de arremesso, Douglas um dos artilheiros deste campeonato terá por certo uma palavra a dizer no desenlace final.
Há mais nomes conhecidos, insertos na dominante técnico/táctica do 4x2x3x1 de Cajuda, feito de equilíbrios e organização de jogo a desenvolver pelos vimaranenses no palco do Dragão, Nuno Assis, João Alves, Wénio, Carlitos, Desmarets e Momha, são alguns dos apostados em fazer os azuis regressar a um passado recente de convívio com a derrota.
Na verdade, o historial dos embates não deixa motivos para sorrir. A última década regista apenas uma vitória para os de Guimarães, (94/95), sendo que o saldo histórico total em casa dos Dragões só regista três vitórias. Ainda assim, a dúzia de empates levam-nos para uma tendência de equilíbrio, onde o registo típico traduz um score de diferença mínima.
Mais que as dificuldades que o adversário encerra, há que falar do FC Porto, sem espaço ou margem para erro, Jesualdo acha que a mentalidade que impera no Dragão, consegue suportar a tolerância zero, entre outros objectivos e curiosidades o jogo no anfiteatro portista surge como o centésimo de Jesualdo, procurando à terceira carimbar a vitória número cinquenta.
A navegar por ora em águas mais tranquilas, o futebol Azul está longe de propiciar segurança, invectivo mesmo sobre se face as exibições intermitentes, (onde só a raça e espírito se emanciparam), as vitórias em Kiev e Alvalade, (para nosso gáudio), não se assemelham a uma espécie de Verão de São Martinho.
Tais resultados raiaram por entre o adensar das nuvens, também por estes dias, o astro rei brilha, concomitantemente o nosso futebol parece similar com o Sol de inverno, brilha mas aquece pouco, a tese de crescimento nos desaires do conjunto azul e branco, granjeou alguns apoiantes face ao que a seguir se viu, sob o meu ponto de vista não denoto grande crescimento, bem pelo contrário, apenas saúdo o decréscimo do infortúnio que caminhava paredes meias com muitas das nossas acções de jogo.
Mais interessante é notar que Jesualdo continua feito tolo em cima da ponte, no meio da estrada, encarcerado nos receios de cortar em definitivo com o seu 4x3x3, mas que amiúde e por força das características dos jogadores que detêm sob suas ordens, vê-se obrigado a estruturar dinâmicas de 4x4x2. Foi com esse desenho que virou o resultado na Ucrânia e de igual forma equilibrou o jogo frente aos leões.
Apraz-me agora registar que afastado o espectro de crise, e escudado no balão de oxigénio conseguido pelos tri-campeões, Jesualdo denote agora a capacidade de falar sobre os propalados e visíveis efeitos laterais, cuja as constantes intervenções nas faixas concluem que afinal sempre defendemos mal, sem querer entrar na vertente da dicotomia número de faltas/agressividade e/ou organização/maturidade, haverá por certo inúmeros estudos que corroborem teses nesse sentido. O indesmentível é que o último reduto azul vive momentos de grande desequilíbrio, o bloco baixo que adjudica hipóteses de transições rápidas, esmorece com o posicionamento deficiente e com a cultura de ocupação de espaço pouco consentânea com agressividade do futebol moderno.
Insofismável é que Jesualdo vai voltar a mexer nas laterais: Fucile de regresso esmaga a concorrência, Sapunaru poderá voltar a sair da redoma, depois de jogos a fio de rendimento insuficiente. Não obstante tudo isto, parece-me que as dúvidas residem mais no tipo de características dos elementos adicionar, incorporar activamente a mecanização dos processos ofensivos, dando expressão ao jogo pelas faixas, (Lino, Sapunaru e Fucile), alargando e dando profundidade, ou ao invés coíbem-se de participar nesses momentos, reorganizando-se em face da falta de velocidade obstando às fendas que causticam o reduto mais recuado do Dragão, (Pedro Emanuel, Fernando, Tommy).
Coincidências ou não, de todas as estruturas defensivas, só o Uruguaio se revela talismã, em campo nunca conheceu o sabor da derrota, sintomático é que para além das questões laterais sempre na ordem do dia, de uma maneira ou de outra a hemorragia de golos vai estancando, Helton parece regressado ao seu melhor, obstando e disfarçando as carências defensivas, falta como tal pôr a carburar e encontrar solução para eficácia ofensiva.
Para além dos desafios que se impõem defensivamente, a verdade dos números mostra um Dragão avesso às redes contrárias, apesar de as estatísticas mostrarem maior capacidade rematadora, os golos apontados transparecem uma quebra de eficácia, Hulk não será alheio a esta predisposição de visar as balizas adversárias.
Para este jogo, Farias regressa aos eleitos, no entanto, Lisandro aparece como referência, apesar da invulgar e inegável generosidade, trabalhador incansável para o colectivo, o argentino vive momentos de desperdício, incompatível com super herói num sistema preconizado de tridente ofensivo, o jogador das pampas ganha expressão quando habita sozinho a área, bebe do melhor Lucho a capacidade de ruptura e a interligação de linhas que o compatriota lhe oferece, e que parecem condenadas com Hulk em campo, porque acabam a co-habitar em zonas de terreno muito próximas, perfilhando os mesmo objectivos mas agudizando a inépcia e inocuidade dos resultados em concreto.
Assim, em face da ausência, Tarik perspectiva-se como elemento integrante do ataque se a opção passar pelo 4x3x3, Rodriguez não sendo um extremo puro tem sido solução, quer a opção passe por três ou quatro elementos de meio campo, parece-me mais rentável se fizer surtir as suas arrancada de posições mais recuadas, onde a procura pelo interior esquerdo permite as sobreposições do lateral, provocando os desequilíbrios adversários, obrigaria a um acompanhamento por parte do lateral adversário para dentro, deixando a linha, obrigando-se como tal os centrais a fechar em dinâmica de compensação, obliterando desta forma mais espaço no interior da área promovendo o um contra um entre Lisandro e o outro central, em última instância o encostar dos médios azuis à cabeça da área, para batidas de meia distância, algo que se tem visto pouco.
Apelidados de “Reis do Norte”, Sábado quando subirmos ao sempre bem tratado relvado draconiano, em vésperas de novo aniversário do palco de todos os nossos sonhos, voltamos a olhar, olhos nos olhos, não só o rival adversário mas também o “Tribunal” do Dragão.
É preciso voltar a salvaguardar distâncias para com quem nos visita, conquistar o respeito dos demais, urge solidificar os actos contínuos de retoma, a tendência e celeridade com que nos habituamos a ganhar voltou a irromper na corrente época, como tal a incumbência de vitória mais que natural é obrigatória, não vá o futebol do Dragão e seus objectivos desmoronarem-se tal e qual um qualquer Castelo de Areia ou erigido com base num baralho de cartas!!!!...
IMAGEM: Helton; Sapunaru, Bruno Alves, Rolando e Fucile; Fernando, Meireles e Lucho; Tommy, Lisandro e Rodriguez. (4x3x3)
LISTA DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Nuno.
Defesas: Bruno Alves, Fucile, Lino, Sapunaru, Stepanov e Rolando.
Médios: Fernando, Pelé, Raul Meireles, Lucho e Tomás Costa.
Avançados: Farías, Lisandro, Mariano, Rodríguez e Tarik Sektioui.
# post publicado originalmente no blog Bibó PoRtO, carago!!



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